2022: o que esperar do segundo semestre

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Você lembra dos últimos seis meses desse ano? Espero que sim! Foram dias, semanas, meses de perguntas, na maioria sem respostas. Vamos lá! A covid-19 vai embora? Ledo engano. Ela está de volta e trouxe na mala sequelas e outras variantes, além de outras doenças que desfilam entre nós sorrateiramente. Tem a varíola do macaco, influenza, dengue e por ai vai!

Ah, e esse frio hein! Desnudou a falta de humanidade em alguns brasileiros de uma forma incrível. São moradores de rua sendo agredidos por estarem deitados ao relento. Tudo gravado nas redes sociais para quem quiser ver. Nos grandes centros, é nítida a falta de amor ao próximo. Por aqui, pelo memos não perdemos, ainda, a sensibilidade.

Digo isso, pois o sofrimento também ensina, e aprendemos mais um pouco com as fortes cheias no mês de maio. Entendemos que somos vulneráveis e precisamos uns dos outros.

Mas, vamos lá, e o segundo semestre? Estamos preparados? Não profetizando nada, e a torcida é para que pelo menos a natureza se comporte, pois, na verdade, o meio ambiente só se defende de nossa falta de consciência.

Mas temos outros compromissos daqui em diante. Precisamos ficar atentos com a proximidade das eleições. Lembre-se que as regras são as mesmas para o bom eleitor, sua avaliação, discussão (no bom sentido da palavra) sobre o cenário político brasileiro nunca se fez tão necessário.

Estamos à mercê de um emaranhado de políticos que discutem o superficial, já começam a aparecer nas redes sociais e nas festas com aquela ‘fala’ inovadora, que de novo, não tem nada!

Esse segundo semestre promete, e você deve ficar atento. Não se deixe levar pela distração da Copa do Mundo, o Tite e a seleção brasileira que lute! Seu maior desafio é analisar bem essas eleições, pois essa disputa sem dúvida é a que, de fato, vai definir sua vida e da sociedade brasileira como um todo.                            

Temos que estar preparados para o turbilhão de informações, em especial nas redes sociais. Saber filtrar tudo isso é de extrema importância para nossa saúde mental e para o futuro de nosso país. 

Vamos dar um “olé” nas eleições de 2022!