Etarismo: o preconceito que tira pessoas 50+, 60+ e 70+ do mercado de trabalho

O que é etarismo?

Também chamado de idadismo ou ageísmo, é o preconceito baseado na idade.

Ele acontece quando se julga, de forma equivocada, que uma pessoa mais velha é incapaz, frágil ou improdutiva. Muitas vezes, o preconceito aparece disfarçado de elogio, como na frase “nem parece a idade que tem”, ou em piadas cotidianas que parecem inofensivas, mas podem machucar.

Onde o etarismo acontece?

No mercado de trabalho: na dificuldade para conseguir emprego, permanecer contratado ou receber promoções depois dos 50 anos.

No ambiente familiar e social: quando a pessoa mais velha é infantilizada ou tem suas opiniões desconsideradas.

Na saúde: quando o atendimento é inadequado ou quando determinado sintoma é tratado simplesmente como “coisa da idade”.

As consequências podem ser graves, incluindo prejuízos à saúde mental, isolamento, baixa autoestima, depressão, exclusão social e a criação de barreiras para o aprendizado e para novos recomeços.

Etarismo é diferente de bullying?

Sim.

O etarismo tem como foco a discriminação pela idade. Já o bullying envolve um comportamento agressivo, repetitivo e intencional contra alguém considerado vulnerável.

Quando a idade é utilizada como forma de humilhar ou excluir uma pessoa, as duas situações podem acontecer ao mesmo tempo.

Etarismo é crime?

Sim.

No Brasil, a discriminação contra a pessoa idosa, considerada aquela com 60 anos ou mais, pode configurar crime. O Estatuto da Pessoa Idosa, instituído pela Lei nº 10.741/2003, prevê, em seu artigo 96, punição para quem discrimina a pessoa idosa, dificultando ou impedindo seu acesso a operações, emprego ou serviços.

O NOLT Laguna/SC nasceu com o propósito de combater esse problema na prática.

Enquanto o etarismo exclui, o NOLT 7.5 TURBO inclui, qualifica e gera renda.

Porque empresa não envelhece. NOLT’s também não.

Mello Jr.

Criador do Projeto NOLT Laguna/SC