O Pré-vestibular Dehon 2026 está com matrículas abertas e promete preparação intensiva para Enem e vestibulares regionais e nacionais. Em entrevista ao programa Estúdio de Verão, da UniTV, o professor Leonardo Inácio destacou os diferenciais do curso, que incluem aulas de atualidades contextualizadas, simulados semanais e rotina estruturada de estudos.
Segundo o docente, o objetivo é ir além da “decoreba” tradicional e conectar os conteúdos à realidade dos estudantes.
Atualidades como diferencial estratégico
Professor de Geografia e Atualidades no Colégio Dehon, Leonardo Inácio explicou que a disciplina de atualidades não se limita à apresentação de notícias.
“Atualidades não é jornalismo. O jornal apresenta o fato. Aqui a gente contextualiza, volta na história, explica as conexões”, afirmou.
Ele citou como exemplo a redação do Enem 2025, cujo tema foi o envelhecimento da população brasileira. De acordo com o professor, os alunos já haviam trabalhado conceitos como pirâmide etária, expectativa de vida e transição demográfica ao longo do ano.
“Eles me procuraram depois da prova dizendo que o tema foi tranquilo porque já tinham discutido em sala”, relatou.
O mesmo ocorreu em edições anteriores do exame, quando temas como invisibilidade do trabalho doméstico foram debatidos com apoio de filmes e referências socioculturais.
Geografia conectada à realidade
Na entrevista, o professor destacou que o ensino de Geografia mudou ao longo dos anos. A proposta atual prioriza conexões com temas contemporâneos, como:
- Mudanças climáticas
- Conflitos internacionais
- Migrações
- Urbanização
- Saúde pública
Segundo ele, vestibulares cobram cada vez mais interpretação e análise de contexto, e menos memorização de dados isolados.
“O aluno precisa entender o cenário completo, não apenas decorar números”, explicou.
Rotina intensa de preparação
O Pré-vestibular Dehon 2026 organiza a semana com foco em prática constante e acompanhamento individual.
A estrutura inclui:
- Simulados todas as segundas-feiras, alternando entre Enem, Acafe, Udesc e UFSC
- Correção e revisão das provas às quartas-feiras
- Monitorias de exatas às quintas-feiras
- Produção de pelo menos uma redação por semana
Os simulados seguem o mesmo formato e tempo das provas oficiais. Após a aplicação, os alunos revisam as questões com os professores para identificar erros e ajustar estratégias.
“O aluno não faz a prova por fazer. Ele revisa, entende onde errou e aprende com isso”, destacou Leonardo.
Foco em aprovações
O curso tem como principal meta preparar o estudante para qualquer vestibular, seja regional ou nacional. Além do Enem, o planejamento contempla universidades catarinenses e processos seletivos específicos.
A rotina anual começa em fevereiro e combina aulas regulares, atividades complementares e acompanhamento próximo dos professores.
Para Leonardo Inácio, o diferencial está na experiência acumulada e na leitura antecipada das tendências dos exames.
“Com o tempo, a gente entende o perfil das provas e consegue orientar melhor o que precisa ser revisado”, afirmou.
Confira a entrevista completa:






