Três suspeitos foram presos nesta quarta-feira (30) em uma operação da Polícia Civil que investiga o assassinato da empresária Cristiane Bittencout, de 44 anos, ocorrido em Tubarão. As detenções aconteceram nas cidades de Tubarão e Capivari de Baixo. A informação foi divulgada com exclusividade pela Revista Única.
Entre os detidos estão o homem que efetuou os disparos, o condutor do veículo utilizado no crime, um Renault Sandero de cor chumbo, e outro homem que teria sido responsável pelo resgate da dupla em Imbituba, local onde o carro foi abandonado após o homicídio.
O crime aconteceu na noite de 22 de abril. Na ocasião, a empresária estava acompanhada do marido, o empresário Pedro Antunes, que também foi atingido por tiros, mas sobreviveu. Após o atentado, o veículo usado pelos autores foi encontrado abandonado em Imbituba e recolhido pela polícia.
Durante a última semana, as equipes policiais concentraram esforços nas investigações para localizar e prender os envolvidos. De acordo com o delegado André Crisóstomo, responsável pelo caso, os suspeitos ainda não foram ouvidos formalmente, e a motivação do crime segue sob apuração.
Relembre o caso
O casal havia acabado de sair de um posto de combustíveis e seguia em direção à residência, quando percebeu que estava sendo seguido por outro veículo. Conforme relato de Pedro Antunes, o carro dos suspeitos quase interceptou o automóvel do casal em uma tentativa de abordagem inicial.
Os criminosos teriam percebido a alteração no trajeto e cruzado uma via na contramão para alcançar o carro das vítimas. Assustados com a perseguição, o casal decidiu parar o veículo em frente a alguns estabelecimentos na Avenida Patrício Lima. Nesse momento, o carro dos suspeitos se aproximou e um dos ocupantes efetuou diversos disparos.
Cristiane foi atingida na parte de trás da cabeça por um único tiro e faleceu no local. Já Pedro foi baleado três vezes, um dos projéteis permanece alojado em seu corpo, mas seu estado de saúde não oferece risco de morte.
As investigações continuam, e a Polícia Civil aguarda as oitivas para aprofundar a linha de apuração sobre o que teria motivado o crime.






