Reinventando o profissional: gestão plena
No mundo corporativo, muito modismo acontece: conceitos, critérios, fórmulas, receitas mágicas e tudo mais.
Na verdade, muda-se a forma de socializar, mas a essência não muda.
Dentre tantos exemplos, trago para reflexão o que mais gosto de debater.
Gestão plena
Acredito que um gestor deve entender de tudo. Pode não fazer tudo, entender é obrigação.
Uma das teses que defendo: o líder deve ter sua equipe na mão.
Um dos princípios é o conhecimento;
Outro é liderar pelo exemplo e respeito;
Ser justo e não bom;
Conheço muito líder terrorista que acredita que, no grito, na pressão, sua equipe o respeita.
Uma coisa é liderar pelo medo e outra pela confiança.
Tudo tem a chamada medida certa ou, se preferirem, equilíbrio.
Saber cobrar resultados sem equilíbrio vira uma arma contra o líder gestor.
Cobrança em excesso, controle total e pressão, sem um modelo de gestão plena e acompanhamento, geram um verdadeiro desastre.
O gestor deve gerenciar o todo e ponto final.
Acreditar que cobrar não afeta o equilíbrio emocional dos seus liderados é um grande engano.
Cobrar, cobrar, cobrar, sem um plano de ação para cada caso, gera desmotivação, e sua equipe passa a ficar robotizada, quer dizer, faz o que você mandar.
Algumas dicas:
- Seja um líder servidor; esteja disponível e mostre os caminhos;
- Antes de cobrar, procure ver por que as coisas não funcionam;
- Crie mecanismo de solução envolvendo seus liderados;
- Se for necessário, mostre como fazer;
- Mantenha o equilíbrio; sua equipe precisa que seja desta forma;
- Resolva os conflitos, não tente administrar jogando soluções para frente;
- Mantenha sua equipe focada e motivada;
- Reveja o plano de ação; socialize as mudanças.
Não podemos mais aceitar gestão parcial, líderes não entendendo tudo; quem é responsável pelo sucesso da equipe é o gestor.
Não terceirize a gestão.
Mello Jr





