Reinventando o profissional: gestão plena

Foto: Ilustrativa/ Divulgação/ UNITVSC

No mundo corporativo, muito modismo acontece: conceitos, critérios, fórmulas, receitas mágicas e tudo mais.

Na verdade, muda-se a forma de socializar, mas a essência não muda.

Dentre tantos exemplos, trago para reflexão o que mais gosto de debater.

Gestão plena

Acredito que um gestor deve entender de tudo. Pode não fazer tudo, entender é obrigação.

Uma das teses que defendo: o líder deve ter sua equipe na mão.

Um dos princípios é o conhecimento;

Outro é liderar pelo exemplo e respeito;

Ser justo e não bom;

Conheço muito líder terrorista que acredita que, no grito, na pressão, sua equipe o respeita.

Uma coisa é liderar pelo medo e outra pela confiança.

Tudo tem a chamada medida certa ou, se preferirem, equilíbrio.

Saber cobrar resultados sem equilíbrio vira uma arma contra o líder gestor.

Cobrança em excesso, controle total e pressão, sem um modelo de gestão plena e acompanhamento, geram um verdadeiro desastre.

O gestor deve gerenciar o todo e ponto final.

Acreditar que cobrar não afeta o equilíbrio emocional dos seus liderados é um grande engano.

Cobrar, cobrar, cobrar, sem um plano de ação para cada caso, gera desmotivação, e sua equipe passa a ficar robotizada, quer dizer, faz o que você mandar.

Algumas dicas:

  • Seja um líder servidor; esteja disponível e mostre os caminhos;
  • Antes de cobrar, procure ver por que as coisas não funcionam;
  • Crie mecanismo de solução envolvendo seus liderados;
  • Se for necessário, mostre como fazer;
  • Mantenha o equilíbrio; sua equipe precisa que seja desta forma;
  • Resolva os conflitos, não tente administrar jogando soluções para frente;
  • Mantenha sua equipe focada e motivada;
  • Reveja o plano de ação; socialize as mudanças.

Não podemos mais aceitar gestão parcial, líderes não entendendo tudo; quem é responsável pelo sucesso da equipe é o gestor.

Não terceirize a gestão.

Mello Jr